A MISSAO ANGLO-SAXÔNICA (conforme Bill Ryan)
https://youtu.be/NYMB21aCAu0?is=gXtFXTX5DtKJ7zuT
Trata-se do relato de um indivíduo que serviu no Exército Britânico por vários anos e que, após sua retirada da carreira militar, passou a atuar na City de Londres, ocupando um cargo de natureza respeitável no setor financeiro. A City de Londres, nesse contexto, corresponde a um enclave financeiro situado no centro da capital inglesa, caracterizado por autonomia histórica e reconhecida influência sobre o sistema financeiro internacional.
Esse distrito é frequentemente descrito como uma entidade singular e altamente tradicional, sendo considerado por diversos analistas como um dos centros de articulação mais influentes do sistema financeiro global. Nesse ambiente, o indivíduo em questão participou de diversas reuniões com membros da maçonaria e outras figuras de relevância institucional, as quais, em geral, seguiam padrões convencionais de discussão econômica e financeira.
Entretanto, em junho de 2005, ele esteve presente em um encontro cuja natureza diferia substancialmente dessas reuniões habituais. Desde os primeiros momentos, percebeu tratar-se de uma situação atípica. Segundo seu relato, teve a sensação de que sua presença ocorrera por engano, razão pela qual permaneceu apenas como observador, sem qualquer participação ativa e, inicialmente, sem plena compreensão do conteúdo discutido.
A reunião contou com aproximadamente 25 a 30 participantes, incluindo membros da maçonaria, figuras políticas relevantes no Reino Unido, além de representantes das forças armadas, da polícia e de instituições religiosas. O encontro ocorreu em ambiente informal, sem registros oficiais, pauta estruturada ou formalização institucional.
À medida que as conversas evoluíam, tornou-se evidente que se tratava da análise da implementação de um plano estratégico previamente concebido, com ênfase em cronogramas, dificuldades operacionais e ajustes necessários. Nesse contexto, surgiu o primeiro elemento estruturante: **(1) a necessidade de um ataque inicial de Israel contra o Irã, descrito como o evento desencadeador da sequência planejada, cuja não ocorrência naquele momento era considerada um atraso crítico no cronograma estratégico**.
A partir desse ponto inicial, delineava-se a etapa seguinte: **(2) a previsão de uma retaliação por parte do Irã ou, alternativamente, da China, envolvendo possivelmente o uso de armamento nuclear de alcance limitado, concentrado no Oriente Médio, caracterizando uma escalada controlada destinada a produzir impacto global sem destruição imediata total**.
Como consequência direta, discutia-se **(3) a indução de uma resposta global baseada no medo, que justificaria a implementação de medidas rigorosas de controle interno nos países ocidentais, incluindo restrições a deslocamentos, monitoramento de comunicações, limitação de reuniões públicas e protestos, bem como a ampliação substancial dos poderes das forças de segurança**.
Esse processo incluiria **(4) a expansão das competências de agentes de segurança, inclusive privados, com autorização para efetuar detenções, controle de distúrbios civis e atuação em cenários urbanos, com possibilidade de evolução para regimes de exceção ou estruturas análogas à lei marcial**.
Paralelamente a essas medidas, foi descrita **(5) a ocorrência deliberada de um colapso financeiro global, caracterizado pela desestabilização de mercados, retração econômica e centralização de recursos e poder financeiro em níveis superiores, ampliando desigualdades e concentrando controle econômico**.
No plano geopolítico ampliado, mencionou-se **(6) a utilização de agentes biológicos altamente transmissíveis, semelhantes a doenças respiratórias, inicialmente direcionados contra a população chinesa, com o objetivo de provocar elevada mortalidade e desestabilização interna significativa**.
Esse evento conduziria diretamente a **(7) uma pandemia global, decorrente da disseminação incontrolável do agente biológico, resultando em colapso de sistemas de saúde, aumento de mortalidade e amplificação do pânico coletivo em escala internacional**.
Em decorrência da combinação entre guerra, crise econômica e pandemia, estabelecia-se **(8) a consolidação de regimes de controle intensificado, com vigilância abrangente, restrições sistemáticas de liberdades civis e fortalecimento de estruturas estatais de comando e controle populacional**.
A progressão do cenário levaria então a **(9) um conflito nuclear em escala ampliada, caracterizado como uma terceira guerra mundial, com maior intensidade destrutiva e abrangência geográfica global, ultrapassando a fase inicial limitada**.
As consequências sistêmicas dessa escalada incluiriam **(10) o colapso generalizado de infraestrutura crítica, com interrupção de cadeias alimentares, falhas no fornecimento de energia, perda de sistemas de comunicação, escassez de água e incapacidade de manutenção de serviços essenciais, resultando em extrema vulnerabilidade das populações**.
Nesse contexto, foi explicitamente mencionada **(11) a expectativa de redução populacional em larga escala, estimada em aproximadamente 50% da população mundial, como resultado combinado de guerra, doença, fome e desestruturação social**.
Por fim, a lógica subjacente ao plano incluía **(12) a antecipação de um possível evento geofísico de grande magnitude, considerado por alguns participantes como inevitável ou altamente provável, cuja ocorrência justificaria a necessidade de preparação prévia, consolidação de poder e criação de condições para a sobrevivência e reconstrução pós-catástrofe**.
A totalidade desses eventos foi apresentada como parte de uma sequência coerente e interdependente, cujo objetivo final não seria apenas a gestão de crises, mas a preparação para um cenário de reconstrução global. Nesse contexto, o plano teria sido denominado “Missão Anglo-Saxônica”, sugerindo, na interpretação do relato, a perspectiva de que determinados grupos ou nações estariam mais aptos a conduzir a reorganização do sistema global após um colapso sistêmico.
Assim, a noção de reorganização internacional, frequentemente associada ao conceito de “Nova Ordem Mundial”, seria compreendida, nesse enquadramento, como uma reconfiguração estrutural decorrente de uma sequência planejada de eventos disruptivos em escala global.
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